Samsung exibirá o design do novo Galaxy S9 em realidade aumentada POR DOUGLAS CIRIACO | @dciriacoEM DISPOSITIVOS MÓVEIS 21 FEV 2018 — 09H57 COMPARTILHAR 36 126 compartilhamentos A Samsung anuncia os novos Galaxy S9 e Galaxy S9+ na próxima semana e já estamos em contagem regressiva para a chegada dos principais anúncios do mercado de smartphones no primeiro semestre. A esta altura já sabemos quase tudo sobre os novos aparelhos, inclusive como será o seu visual, mas uma novidade curiosa está sendo preparada pela fabricante.
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Samsung exibirá o design do novo Galaxy S9 em realidade aumentada
Samsung exibirá o design do novo Galaxy S9 em realidade aumentada POR DOUGLAS CIRIACO | @dciriacoEM DISPOSITIVOS MÓVEIS 21 FEV 2018 — 09H57 COMPARTILHAR 36 126 compartilhamentos A Samsung anuncia os novos Galaxy S9 e Galaxy S9+ na próxima semana e já estamos em contagem regressiva para a chegada dos principais anúncios do mercado de smartphones no primeiro semestre. A esta altura já sabemos quase tudo sobre os novos aparelhos, inclusive como será o seu visual, mas uma novidade curiosa está sendo preparada pela fabricante.
terça-feira, 7 de maio de 2013
5 problemas que os primeiros compradores do Galaxy S4 estão encontrando
Reclamações relatam que o novo aparelho da Samsung aquece demais, tem falhas de processamento e apresenta rastros na tela.
(Fonte da imagem: Reprodução/The Verge)
Notícias sobre alguns defeitos que os compradores do Galaxy S4 estão enfrentando começam a circular pelas redes sociais e pela internet, mostrando que nem tudo são flores no que se refere ao novo aparelho da Samsung.
O “Life Companion” tem apresentado problemas de aquecimento e de rastros na tela, pouca eficiência na capacidade energética do processador e no espaço de armazenamento na memória interna, além de mostrar falhas na captação de luz pela lente da câmera principal.
Confira as cinco reclamações dos primeiros compradores do Galaxy S4 que estão dando o que falar:
1. Superaquecimento
Pode não ser tão fácil segurar um Galaxy S4 nas mãos, e não apenas pelo preço alto do smartphone. Muitas reclamações de compradores contam que o aparelho aquece muito quando executa aplicações que exigem um pouco mais de processamento. Há relatos de que o modelo chegou a 50 ºC, temperatura que impossibilita de segurar o celular na mão ou encostá-lo no rosto durante uma chamada.O modelo parece aquecer mais conforme as atividades exigem mais do aparelho. Um comprador verificou que seu celular ligado em modo de espera variava em torno de 27 ºC. Ao verificar email e navegar na internet, a temperatura subiu para 35 ºC. Quando ligou jogos, que utilizam um maior processamento gráfico, o smartphone chegou a 40 ºC.
O superaquecimento coincide também com o rápido consumo de bateria. Entre as possibilidades para controlar o aumento de temperatura e reduzir o gasto de energia, os usuários podem desabilitar as funções de GPS e Bluetooth e diminuir o brilho da tela. Porém, essas são apenas alternativas para minimizar o problema, exigindo menos do aparelho.
2. Rastros na tela
Alguns compradores têm também notado rastros e manchas na tela. O efeito ghost aparece especialmente em áreas escuras e acinzentadas que deixam linhas de pixels visíveis quando uma ação é realizada na tela, movimentando barras de rolagem ou acionando ícones e botões nos menus de configuração.Em telas com fundo preto, é possível notar que ícones e imagens deixam um rastro de cor roxa quando movimentados na tela. No vídeo acima, podemos perceber também a falha na barra “connect and share”, que perde linhas e cor quando arrastada para cima e para baixo. Há ainda relatos de aparelhos que mostram uma linha vertical pixelizada no canto direito da tela, também sem explicação.
http://www.youtube.com/watch?v=iNwCuufJuLM&feature=player_embedded#t=0s Esses problemas de processamento gráfico levam os usuários a especular se a Samsung está utilizando uma tela de menor capacidade neste modelo ou se é um problema de software, já que não havia defeitos assim nos produtos anteriores da empresa. O Galaxy S4 vem com uma tela Super AMOLED Full HD com 441ppi de densidade.
3. Octa-core não é energeticamente eficiente
Um dos grandes atrativos do novo modelo de smartphone da Samsung se referia ao seu potente processador octa-core. Porém, o especialista em núcleo de sistema AndreiLux preparou uma apresentação para mostrar por que o arranjo de octa-core da Samsung é o pior possível. O octa-core é na verdade uma combinação de processadores quad-core A15 e A7. Confira abaixo como a Samsung anuncia a capacidade de processamento dos seus chips Exynos 5 Octa.AndreiLux, em publicação através do fórum XDA Developers, detalha o funcionamento do design de chips fabricando pela ARM. De acordo com ele, simplificando a questão, o processamento é sempre basicamente feito por quatro núcleos, já que o sistema nunca está completamente ligado. Os chips A15 são acionados para as tarefas mais pesadas, porém o uso contínuo desses chips acaba consumindo mais energia do que poderia caso o aparelho utilizasse em paralelo os chips A7 para as tarefas de menor demanda de processamento.
4. Versão de 16 GB tem metade do espaço ocupado
Outro fator que tem sido alvo de reclamações dos compradores do Galaxy S4 é a quantidade de espaço ocupado pelos arquivos de sistema e por aplicativos que não podem ser removidos do aparelho. Para o modelo de 16 GB de memória interna, o de menor armazenamento entre as opões do smartphone, sobram apenas um pouco mais de 8 GB de espaço livre para uso pessoal.A Samsung tem respondido essas críticas dizendo que os 6,85 GB ocupados com arquivos de sistema providenciam uma experiência de maior qualidade e mais potente ao consumidor, e que esse volume de dados é apenas 1 GB maior do que o sistema-padrão do Galaxy S3. Além disso, o novo modelo apresenta memória expansível para mais 64 GB através de cartões microSD.
5. Registro ruim em ambientes de baixa luz
Apesar das incríveis qualidades e das modalidades de registro da câmera de 13 megapixels do Galaxy S4, o modelo tem apresentado dificuldade na captura de imagens em ambientes de baixa luminosidade. Em testes de comparação com aparelhos Nokia Lumia 920, HTC One e iPhone 5, o smartphone da Samsung teve desempenho inferior nesse quesito.Testes em baixa luminosidade com câmeras do Galaxy S4 e do Lumia 920. (Fonte da imagem: Reprodução/TechnoBuffalo)
A câmera do Galaxy S4 não consegue focar automaticamente em baixa luz e tem dificuldade de registrar o ambiente propriamente. Por outro lado, os recursos extras da função de câmera da Samsung aprimoram bastante a experiência de fotografar com o aparelho, sem falar que, em ambientes iluminados, as fotos do Galaxy S4 são mais nítidas e brilhantes do que as dos concorrentes.
ET3: a tecnologia que quer fazer você dar a volta ao mundo em 6 horas
Túneis de vácuo poderiam levar você até o Japão em poucas horas. Que tal poder ir até lá só para ter um jantar romântico?
Será que viajaremos em tubos no futuro? (Fonte da imagem: Reprodução/ET3)
Quando bate aquela vontade de comer uma bela macarronada, não há nada mais legal do que ter a chance de ir até um restaurante bem tradicional e pedir o melhor, maior e mais gostoso prato que você aguentar comer (e que o seu bolso permitir, é claro!).
Mas e se você pudesse fazer a sua refeição lá mesmo, na Itália, não seria uma beleza? Pois é, seria uma maravilha, mas é algo impossível nos dias de hoje, afinal de contas, quem é que gasta 15 horas em uma aeronave somente para comer um prato de macarrão?
Contudo, há quem acredite que esse tempo poderia ser reduzido para menos de duas horas. Por mais louca que a ideia possa parecer, um novo meio de transporte que está em estudo nos Estados Unidos promete ser capaz de permitir que você viaje até a Europa somente para ter um belo jantar.
Chamado de Evacuated Tube Transport ou simplesmente ETT, o veículo funcionaria com base nos já utilizados maglevs – uma espécie de trem que opera “planando” sobre trilhos magnéticos. Aqui, entretanto, essa tecnologia seria adaptada a alguns túneis gigantescos – e sem uma partícula de ar. Segundo eles, com os “carros” operando no vácuo tudo seria mais rápido, seguro e barato. Será?
Cápsula de transporte (Fonte da imagem: Reprodução/ET3)
Assim, eles pensaram bem na hora de escolher o modal de transporte, selecionando a opção magnética, pois, com o vagão “voando”, a resistência do terreno já é eliminada. Entretanto, outro obstáculo bem conhecido por todos os outros tipos de transporte ainda estaria no caminho: o ar.
Seja um carro, um trem, um navio ou mesmo um avião, a resistência do ar sempre estará ali para atrapalhar a condução de um meio mais rápido. Assim, a única opção é eliminá-lo do caminho. E é aí que vem o grande diferencial do ETT.
Isso também permitiria que a força gravitacional exercida sobre os vagões também mostrasse um comportamento totalmente diferente. Mesmo com o carro viajando a mais de 4 mil quilômetros por hora, a força exercida seria de aproximadamente 1 G, algo muito parecido ao que você sente quando está viajando em um automóvel de passeio.
Os tubos poderiam ser construídos tanto sobre a superfície quanto também embaixo do terreno. Segundo os criadores da ideia, isso poderia ser feito de acordo com as exigências de cada lugar ou país e não influenciaria diretamente no funcionamento do ETT.
Esses invólucros também não exigiriam muita especificidade na hora de se escolher o material para a sua elaboração. De acordo com o site do projeto, plástico, cimento, aço, alumínio, enfim, qualquer coisa capaz de manter o vácuo dentro dos túneis.
Túneis selados a vácuo (Fonte da imagem: Reprodução/ET3)
Para permitir que os tubos não tenham ar, as células seriam “embarcadas” nos túneis por meio de estações de ar. Motores elétricos moveriam os carros e a sua energia seria recarregada sempre que eles se aproximassem das estações e utilizassem os freios – mais ou menos como o KERS de um carro de Fórmula 1.
Com isso, uma viagem saindo de Nova York, nos Estados Unidos, e indo até Beijing, na China, poderia ser feita em cerca de duas horas. Essa rapidez, contudo, só seria utilizada em viagens internacionais, sendo que, em transportes domésticos, o ETT rodaria com velocidade média de 600 quilômetros por hora.
Viagens longas e baratas (Fonte da imagem: Reprodução/ET3)
Os custos seriam muito mais baratos do que o dinheiro gasto para se construir uma autoestrada nos Estados Unidos, por exemplo, alcançando somente 25% do que o governo gasta em obras desse tipo. Em um estudo já um pouco antigo, feito em 2003, o ETT estimava os gastos em 2 milhões de dólares por cada milha construída (cerca de 4 milhões de reais a cada 1,6 quilômetro).
Os custos de mobilidade também seriam absurdamente mais baixos. Segundo o site do projeto, os carros do ETT poderiam transportar 50 vezes mais cargas e pessoas por kWh gasto do que um trem movido à energia elétrica.
Vamos embarcando! (Fonte da imagem: Reprodução/ET3)
Por isso, as células de transporte utilizadas dentro do ETT terão uma capacidade de passageiros bem semelhante à desses veículos, levando seis por viagem. Esses carros terão geradores de ar e bagageiros para que você leve as suas malas.
Como a viagem aconteceria em tubos totalmente fechados, janelas artificiais dariam mais “vida” às viagens, mostrando não só paisagens de várias partes do mundo, mas também permitindo que você veja filmes ou jogue video game, por exemplo. Toda a viagem acontecerá de maneira automatizada e não haverá nenhum motorista nas células.
Para evitar acidentes, o ETT também deve contar com sistemas de freio sobressalentes. Assim, no caso de surgir algum imprevisto e houver falhas nesse sentido, automaticamente as ferramentas reservas deverão entrar em ação.
Entrando no túnel. Processo é complexo. (Fonte da imagem: Reprodução/ET3)
Contudo, há uma grande lista de perguntas sem resposta. A garantia de segurança dentro dos tubos selados a vácuo, por exemplo, é talvez a principal delas. Qualquer problema nesse sentido poderia fazer toda uma linha de túneis desaparecer. Desastres naturais, atentados e uma manutenção imprecisa também trariam riscos muito maiores para os passageiros do que uma estrada esburacada, por exemplo.
O vácuo ainda traz outros questionamentos. Como o ar seria mantido fora dos túneis constantemente? Haveria supermotores sugando toda e qualquer partícula de oxigênio ao longo do caminho? E o custo de tudo isso?
As estações que fariam os carros passar para dentro dos túneis evitaria que o ar entrasse no trajeto. Porém, o Evacuated Tube Transport cita que devem existir também diversas estações de emergência ao longo do caminho. Será que todas elas teriam esse processo de “transferência” da célula para fora dos túneis? Isso também elevaria consideravelmente os custos do projeto.
Os projetos do ETT não explicam quais aprimoramentos seriam necessários ao maglev para que ele pudesse funcionar nos túneis. O intervalo de “saída” de uma célula até que outra possa ser lançada não é explicitado no projeto.
Canos de gás ou viagens ultrarrápidas? (Fonte da imagem: Reprodução/ET3)
O funcionamento dos carros também não é detalhado e não há informações sobre as tecnologias utilizadas nessas células ou se haverá um banheiro disponível. Se houverem líquidos, como será a administração desses materiais e para onde vai o “suor” dos sistemas de ar condicionado?
Os exemplos utilizados pela página citam, em alguns casos, a Estação Espacial Internacional, contudo, nesse caso, será que as mesmas tecnologias seriam aplicadas? Vale lembrar que a EEI é considerada a construção mais cara da história, ou seja, tais “ferramentas” não seriam nada baratas de serem instaladas.
Como serão utilizados carros pequenos para um modal de transporte para longas distâncias, o trânsito dentro dos túneis seria intenso e teria que haver uma espécie de comunicação entre eles para que grandes desastres não acabassem acontecendo.
Licenças são baratas (Fonte da imagem: Reprodução/ET3)
Assim, para viabilizar um protótipo em escala real do ETT, os idealizadores do meio de transporte criaram um sistema de venda de licenças. Qualquer pessoa pode comprar uma, que funciona como uma espécie de ação do projeto. Com ela você passa a ser um associado e colabora para que o trabalho aconteça.
No próprio site do Evacuated Tube Transport, você é capaz de se tornar um licenciado – e há, inclusive, diversas “categorias” disponíveis e com os mais diferentes preços. Se você quiser uma licença pessoal, por exemplo, pode adquiri-la desembolsando a bagatela de 100 dólares. Se o ETT fizer tudo o que promete, o investimento tem retorno garantido. Vai arriscar?
Robert Goddard, um engenheiro norte-americano bastante famoso, chegou a desenvolver protótipos do que ele chamava, em 1910, de Vactrain. A ideia seria selar um trem e fazê-lo ir de Boston até Nova York em 12 minutos, algo que o faria atingir uma velocidade média de 1.600 quilômetros por hora. Vale lembrar que Goddard é também o inventor do conceito de foguete espacial que conhecemos até os dias de hoje.
Será que viajaremos em tubos no futuro? (Fonte da imagem: Reprodução/ET3)
Quando bate aquela vontade de comer uma bela macarronada, não há nada mais legal do que ter a chance de ir até um restaurante bem tradicional e pedir o melhor, maior e mais gostoso prato que você aguentar comer (e que o seu bolso permitir, é claro!).
Mas e se você pudesse fazer a sua refeição lá mesmo, na Itália, não seria uma beleza? Pois é, seria uma maravilha, mas é algo impossível nos dias de hoje, afinal de contas, quem é que gasta 15 horas em uma aeronave somente para comer um prato de macarrão?
Contudo, há quem acredite que esse tempo poderia ser reduzido para menos de duas horas. Por mais louca que a ideia possa parecer, um novo meio de transporte que está em estudo nos Estados Unidos promete ser capaz de permitir que você viaje até a Europa somente para ter um belo jantar.
Chamado de Evacuated Tube Transport ou simplesmente ETT, o veículo funcionaria com base nos já utilizados maglevs – uma espécie de trem que opera “planando” sobre trilhos magnéticos. Aqui, entretanto, essa tecnologia seria adaptada a alguns túneis gigantescos – e sem uma partícula de ar. Segundo eles, com os “carros” operando no vácuo tudo seria mais rápido, seguro e barato. Será?
Sem resistência
A ideia dos desenvolvedores do ETT (e donos da empresa ET3, por trás do projeto) pode ser traduzida em um conceito simples: eliminar todo tipo de atrito e/ou resistência que possa impedir o veículo de transitar na maior velocidade possível.Cápsula de transporte (Fonte da imagem: Reprodução/ET3)
Assim, eles pensaram bem na hora de escolher o modal de transporte, selecionando a opção magnética, pois, com o vagão “voando”, a resistência do terreno já é eliminada. Entretanto, outro obstáculo bem conhecido por todos os outros tipos de transporte ainda estaria no caminho: o ar.
Seja um carro, um trem, um navio ou mesmo um avião, a resistência do ar sempre estará ali para atrapalhar a condução de um meio mais rápido. Assim, a única opção é eliminá-lo do caminho. E é aí que vem o grande diferencial do ETT.
Viajando em tubos
O projeto consiste em desenvolver um meio de transporte que se locomova dentro de tubos sem nenhum sopro de oxigênio, ou seja, em um caminho literalmente fechado a vácuo. Isso, como dito acima, funcionaria como o principal diferencial do Evacuated Tube Transport, afinal de contas, eliminaria a resistência do ar no caminho do veículo.Isso também permitiria que a força gravitacional exercida sobre os vagões também mostrasse um comportamento totalmente diferente. Mesmo com o carro viajando a mais de 4 mil quilômetros por hora, a força exercida seria de aproximadamente 1 G, algo muito parecido ao que você sente quando está viajando em um automóvel de passeio.
Os tubos poderiam ser construídos tanto sobre a superfície quanto também embaixo do terreno. Segundo os criadores da ideia, isso poderia ser feito de acordo com as exigências de cada lugar ou país e não influenciaria diretamente no funcionamento do ETT.
Esses invólucros também não exigiriam muita especificidade na hora de se escolher o material para a sua elaboração. De acordo com o site do projeto, plástico, cimento, aço, alumínio, enfim, qualquer coisa capaz de manter o vácuo dentro dos túneis.
Túneis selados a vácuo (Fonte da imagem: Reprodução/ET3)
Para permitir que os tubos não tenham ar, as células seriam “embarcadas” nos túneis por meio de estações de ar. Motores elétricos moveriam os carros e a sua energia seria recarregada sempre que eles se aproximassem das estações e utilizassem os freios – mais ou menos como o KERS de um carro de Fórmula 1.
Voando baixo
Os tubos e o fechamento a vácuo proporcionariam uma condição perfeita para que o Evacuated Tube Transport atingisse velocidades extraordinárias. Daryl Oster, fundador e CEO do projeto, afirma que as células de transporte do ETT poderiam ultrapassar os 6.400 quilômetros por hora.Com isso, uma viagem saindo de Nova York, nos Estados Unidos, e indo até Beijing, na China, poderia ser feita em cerca de duas horas. Essa rapidez, contudo, só seria utilizada em viagens internacionais, sendo que, em transportes domésticos, o ETT rodaria com velocidade média de 600 quilômetros por hora.
Bem mais barato
Os desenvolvedores do Evacuated Tube Transport garantem que ele é o meio de transporte de longas distâncias mais barato já desenvolvido pelo homem. Segundo eles, essa garantia é dada por especialistas em economia e que estudam o mercado de transportes no mundo todo.Viagens longas e baratas (Fonte da imagem: Reprodução/ET3)
Os custos seriam muito mais baratos do que o dinheiro gasto para se construir uma autoestrada nos Estados Unidos, por exemplo, alcançando somente 25% do que o governo gasta em obras desse tipo. Em um estudo já um pouco antigo, feito em 2003, o ETT estimava os gastos em 2 milhões de dólares por cada milha construída (cerca de 4 milhões de reais a cada 1,6 quilômetro).
Os custos de mobilidade também seriam absurdamente mais baixos. Segundo o site do projeto, os carros do ETT poderiam transportar 50 vezes mais cargas e pessoas por kWh gasto do que um trem movido à energia elétrica.
Carros de até seis passageiros
O site do Evacuated Tube Transport afirma que os seus criadores, após analisarem todos os modais de transportes populares utilizados pela humanidade, resolveram “copiar” o modelo mais popular de todos os tempos: os automóveis particulares.Vamos embarcando! (Fonte da imagem: Reprodução/ET3)
Por isso, as células de transporte utilizadas dentro do ETT terão uma capacidade de passageiros bem semelhante à desses veículos, levando seis por viagem. Esses carros terão geradores de ar e bagageiros para que você leve as suas malas.
Como a viagem aconteceria em tubos totalmente fechados, janelas artificiais dariam mais “vida” às viagens, mostrando não só paisagens de várias partes do mundo, mas também permitindo que você veja filmes ou jogue video game, por exemplo. Toda a viagem acontecerá de maneira automatizada e não haverá nenhum motorista nas células.
Estou preso no meio de um tubo!
O projeto do Evacuated Tube Transport cita paradas de emergência a cada milha de trajeto. Se qualquer problema surgir no carro ou no caso de algum passageiro ficar doente, por exemplo, ele automaticamente se encaminhará para a estação desse tipo mais próxima.Para evitar acidentes, o ETT também deve contar com sistemas de freio sobressalentes. Assim, no caso de surgir algum imprevisto e houver falhas nesse sentido, automaticamente as ferramentas reservas deverão entrar em ação.
Perguntas sem resposta
Os artigos sobre o Evacuated Tube Transport impressionam todo mundo que os lê nos mais diversos sites da internet por todo o planeta. Não é para menos, afinal de contas, a ideia realmente empolga, pois promete revolucionar os meios de transporte a longa distância em todo o planeta.Entrando no túnel. Processo é complexo. (Fonte da imagem: Reprodução/ET3)
Contudo, há uma grande lista de perguntas sem resposta. A garantia de segurança dentro dos tubos selados a vácuo, por exemplo, é talvez a principal delas. Qualquer problema nesse sentido poderia fazer toda uma linha de túneis desaparecer. Desastres naturais, atentados e uma manutenção imprecisa também trariam riscos muito maiores para os passageiros do que uma estrada esburacada, por exemplo.
O vácuo ainda traz outros questionamentos. Como o ar seria mantido fora dos túneis constantemente? Haveria supermotores sugando toda e qualquer partícula de oxigênio ao longo do caminho? E o custo de tudo isso?
As estações que fariam os carros passar para dentro dos túneis evitaria que o ar entrasse no trajeto. Porém, o Evacuated Tube Transport cita que devem existir também diversas estações de emergência ao longo do caminho. Será que todas elas teriam esse processo de “transferência” da célula para fora dos túneis? Isso também elevaria consideravelmente os custos do projeto.
Os projetos do ETT não explicam quais aprimoramentos seriam necessários ao maglev para que ele pudesse funcionar nos túneis. O intervalo de “saída” de uma célula até que outra possa ser lançada não é explicitado no projeto.
Canos de gás ou viagens ultrarrápidas? (Fonte da imagem: Reprodução/ET3)
O funcionamento dos carros também não é detalhado e não há informações sobre as tecnologias utilizadas nessas células ou se haverá um banheiro disponível. Se houverem líquidos, como será a administração desses materiais e para onde vai o “suor” dos sistemas de ar condicionado?
Os exemplos utilizados pela página citam, em alguns casos, a Estação Espacial Internacional, contudo, nesse caso, será que as mesmas tecnologias seriam aplicadas? Vale lembrar que a EEI é considerada a construção mais cara da história, ou seja, tais “ferramentas” não seriam nada baratas de serem instaladas.
Como serão utilizados carros pequenos para um modal de transporte para longas distâncias, o trânsito dentro dos túneis seria intenso e teria que haver uma espécie de comunicação entre eles para que grandes desastres não acabassem acontecendo.
Sem interessados
Os grandes mistérios que ainda cercam o Evacuated Tube Transport talvez estejam impedindo que os governos adotem o meio de transporte. No site do projeto, há diversas citações dando a entender que o projeto “incomoda” algumas gigantes multinacionais, principalmente as indústrias de combustíveis fósseis.Assim, para viabilizar um protótipo em escala real do ETT, os idealizadores do meio de transporte criaram um sistema de venda de licenças. Qualquer pessoa pode comprar uma, que funciona como uma espécie de ação do projeto. Com ela você passa a ser um associado e colabora para que o trabalho aconteça.
No próprio site do Evacuated Tube Transport, você é capaz de se tornar um licenciado – e há, inclusive, diversas “categorias” disponíveis e com os mais diferentes preços. Se você quiser uma licença pessoal, por exemplo, pode adquiri-la desembolsando a bagatela de 100 dólares. Se o ETT fizer tudo o que promete, o investimento tem retorno garantido. Vai arriscar?
Bônus: essa ideia já é velha!
O conceito e todas as ideias por trás do Evacuated Tube Transport podem até ser incrivelmente revolucionários, contudo, essa maneira de transportar cargas e passageiros já foi idealizada muito antes do que qualquer um de nós jamais poderia imaginar.Robert Goddard, um engenheiro norte-americano bastante famoso, chegou a desenvolver protótipos do que ele chamava, em 1910, de Vactrain. A ideia seria selar um trem e fazê-lo ir de Boston até Nova York em 12 minutos, algo que o faria atingir uma velocidade média de 1.600 quilômetros por hora. Vale lembrar que Goddard é também o inventor do conceito de foguete espacial que conhecemos até os dias de hoje.
Criador do "Sou F..." ainda ganha R$ 8 mil por mês pela música
Funkeiro recebe royalties de um dos grandes sucessos da internet no Brasil.
“Na sala ou no quarto, no beco ou no carro, eu sou sinistro”. Esses e outros versos ficaram famosos em 2010, quando o grupo de funk Avassaladores postou a música “Sou F...” (ou “Sou Brabo”, como ficou conhecida na TV aberta) no YouTube. O resultado? Um dos maiores hits da internet brasileira dos últimos anos.
Três anos e mais de 12 milhões de visualizações depois, o vídeo amador ainda rende em média R$ 8 mil mensais para Victor Hugo Viana, o “Vitinho”, na época vocalista e líder do grupo. O rapaz de 19 anos, que mora no Rio de Janeiro com a mãe e uma filha de seis meses, recebe o dinheiro pelo Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad).
Depois de apresentar baixa no final do ano passado, o valor dos
royalties enviados pelo Ecad chegou a R$ 12 mil em janeiro de 2013. Além
dos shows realizados pelo grupo Avassaladores, que agora faz
apresentações com outro vocalista, o dinheiro vem da utilização de
música em casas noturnas e a execução de versões alternativas, como em
ritmo de sertanejo universitário.
Agora em carreira solo, Vitinho já trabalha na gravação de um clipe com um produtor paulista. Será que ele consegue repetir o sucesso?
A má qualidade é proposital: no YouTube, o vídeo só existe em 240p.
(Fonte da imagem: Divulgação/YouTube)
(Fonte da imagem: Divulgação/YouTube)
“Na sala ou no quarto, no beco ou no carro, eu sou sinistro”. Esses e outros versos ficaram famosos em 2010, quando o grupo de funk Avassaladores postou a música “Sou F...” (ou “Sou Brabo”, como ficou conhecida na TV aberta) no YouTube. O resultado? Um dos maiores hits da internet brasileira dos últimos anos.
Três anos e mais de 12 milhões de visualizações depois, o vídeo amador ainda rende em média R$ 8 mil mensais para Victor Hugo Viana, o “Vitinho”, na época vocalista e líder do grupo. O rapaz de 19 anos, que mora no Rio de Janeiro com a mãe e uma filha de seis meses, recebe o dinheiro pelo Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad).
Agora em carreira solo, Vitinho já trabalha na gravação de um clipe com um produtor paulista. Será que ele consegue repetir o sucesso?
Fonte: G1
Estudantes ingleses criam máscaras capazes de ampliar os seus sentidos
Projeto Eidos é capaz de
inserir efeitos especiais ao que você enxerga, além de fazer você ouvir o
que quiser sem ter nenhum ruído atrapalhando.
Seria legal poder amplificar alguns dos seus sentidos, melhorando
a sua visão ou audição por meio de algum dispositivo eletrônico, não é
mesmo?
Pois foi isso mesmo que alguns estudantes da Royal College of Art, de Londres, conseguiram fazer. Os alunos desenvolveram um projeto chamado Eidos, composto por duas máscaras diferentes.
Ambas trabalham com objetivos bem definidos: permitir que você escute melhor ou enxergue como se fosse um verdadeiro humanoide vindo do futuro.
Segundo o vídeo do grupo postado no Vimeo, a ideia é ajustar os nossos corpos à evolução tecnológica. De acordo com o grupo, gadgets portáteis e todo o ambiente à nossa volta vêm mudando constantemente, porém, os nossos corpos ainda são os mesmos. E isso precisa ser resolvido!
Permitindo efeitos na vida real (Fonte da imagem: Reprodução/Vimeo)
A segunda parte do projeto Eidos é uma máscara que permite ao seu usuário ouvir somente aquilo que você desejar. Por meio de um microfone direcional, ela foca em uma parte específica do ambiente, eliminando todo o ruído que há em volta e levando para você, por meio de uma transmissão intracraniana, somente os sons que você quer escutar.
Apesar de a Eidos ser conceitual, a ideia do grupo de estudantes é realmente ajudar na evolução dos seres humanos. Algumas das questões levantadas pelo projeto são realmente interessantes, como utilizar o sistema de audição para ajudar crianças que tenham problemas de déficit de atenção nas salas de aula, por exemplo.
Pois foi isso mesmo que alguns estudantes da Royal College of Art, de Londres, conseguiram fazer. Os alunos desenvolveram um projeto chamado Eidos, composto por duas máscaras diferentes.
Ambas trabalham com objetivos bem definidos: permitir que você escute melhor ou enxergue como se fosse um verdadeiro humanoide vindo do futuro.
Segundo o vídeo do grupo postado no Vimeo, a ideia é ajustar os nossos corpos à evolução tecnológica. De acordo com o grupo, gadgets portáteis e todo o ambiente à nossa volta vêm mudando constantemente, porém, os nossos corpos ainda são os mesmos. E isso precisa ser resolvido!
Veja em detalhes e escute só o que você quer
As duas máscaras trabalham de forma separada. A primeira, uma espécie de visor, trabalharia junto com um software. Uma câmera envia os dados daquilo que você quer enxergar para um PC. Nele, um software específico insere efeitos especiais em tempo real, permitindo que você consiga visualizar um rastro de movimentos por trás dos atletas ou focar em elementos visuais que realmente são importantes para você em algum determinado momento.Permitindo efeitos na vida real (Fonte da imagem: Reprodução/Vimeo)
A segunda parte do projeto Eidos é uma máscara que permite ao seu usuário ouvir somente aquilo que você desejar. Por meio de um microfone direcional, ela foca em uma parte específica do ambiente, eliminando todo o ruído que há em volta e levando para você, por meio de uma transmissão intracraniana, somente os sons que você quer escutar.
Apesar de a Eidos ser conceitual, a ideia do grupo de estudantes é realmente ajudar na evolução dos seres humanos. Algumas das questões levantadas pelo projeto são realmente interessantes, como utilizar o sistema de audição para ajudar crianças que tenham problemas de déficit de atenção nas salas de aula, por exemplo.
Fonte: Vimeo
domingo, 5 de maio de 2013
YouTube: dança sensual suspende 31 alunos nos Estados Unidos
Além disso, alguns dos estudantes talvez sejam proibidos de ir a sua própria graduação e festa de formatura.
Por Rafael Gazzarrini em 3 de Maio de 2013
Independente do seu gosto musical, é muito provável que você já
tenha escutado diversas críticas ao funk carioca — especialmente por
conta das danças explícitas que normalmente acompanham canções deste
gênero. No entanto, passos que têm uma conotação mais “carnal” não são
uma exclusividade brasileira.
Como exemplo, você pode assistir ao vídeo da notícia acima. Nele, você vai conhecer a história de 31 estudantes que foram suspensos de um colégio em San Diego, cidade dos Estados Unidos. O motivo de tal punição é um passo chamado “Twerking”, que consistem em diversas garotas de cabeça para baixo e movimentando vigorosamente o quadril — ele foi gravado dentro da escola e publicado no YouTube.
E aí você curtiu esse passo de dança? E a punição dos estudantes foi pesada demais? Em todo caso, sempre que você for filmar um vídeo dentro das dependências da sua escola, tenha cuidado, já que você pode estar infringindo alguma lei que tem o objetivo de prezar pelo decoro e bons costumes.
Como exemplo, você pode assistir ao vídeo da notícia acima. Nele, você vai conhecer a história de 31 estudantes que foram suspensos de um colégio em San Diego, cidade dos Estados Unidos. O motivo de tal punição é um passo chamado “Twerking”, que consistem em diversas garotas de cabeça para baixo e movimentando vigorosamente o quadril — ele foi gravado dentro da escola e publicado no YouTube.
A situação fica ainda pior
Como se já não bastasse virar notícia em diversos sites ao redor do mundo e serem proibidos de assistirem às aulas, alguns dos adolescentes que estão entre as 28 meninas e os três garotos talvez sejam impedidos de comparecerem a sua graduação e festa de formatura. No entanto, a punição ainda vai ser reavaliada, mas não se sabe se ela vai ficar pior ou um pouco mais branda.E aí você curtiu esse passo de dança? E a punição dos estudantes foi pesada demais? Em todo caso, sempre que você for filmar um vídeo dentro das dependências da sua escola, tenha cuidado, já que você pode estar infringindo alguma lei que tem o objetivo de prezar pelo decoro e bons costumes.
Fonte: YouTube, Utsandiego
Destruir smartphones
Destruir smartphones de última geração ainda é uma atividade que desperta o interesse do público.
O Samsung Galaxy S4 foi lançado há apenas alguns dias. Isso
significa, como muitos podem ter imaginado, que alguém já encontrou uma
forma de destruir um exemplar do smartphone de última geração de uma
maneira memorável.
Dessa vez, foi a equipe do canal RatedRR que encontrou uma forma de destruir o dispositivo. Para isso, eles decidiram atirar no aparelho com um rifle de calibre .50 enquanto gravavam tudo com uma câmera capaz de capturar 100 mil quadros por segundo. O resultado final você pode encontrar logo acima.
Dessa vez, foi a equipe do canal RatedRR que encontrou uma forma de destruir o dispositivo. Para isso, eles decidiram atirar no aparelho com um rifle de calibre .50 enquanto gravavam tudo com uma câmera capaz de capturar 100 mil quadros por segundo. O resultado final você pode encontrar logo acima.
Fonte: Phandroid
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